Te Amo Mãe

Dia das Mães, me alegro muito pela minha estar viva e com saúde, bem como o meu pai.


Minha mãe tem uma história de muitas lutas mas também de vitórias e conquistas.


E algumas delas você está convidado a participar, que é a introduçao do livro dela:


DE JEQUITIBÁ A IÚNA

Nascida em um lar cristão, família numerosa, aprendi o necessário para me orgulhar e dizer: “sou crente”, o que era muito importante na cidade onde vivia.

Meus pais eram agricultores, com treze filhos. Puderam nos educar na igreja e também na escola dando-nos o primário e ginasial, como era chamada a Educação Básica naquela época.

Sem muitas condições, posso dizer que foi um ato de heroísmo, visto não haverem facilidades como se vê hoje através dos benefícios municipais, estaduais e federais.

Muitos de nós completamos nossos cursos depois de casados e damos glórias a Deus por isso.

A vida espiritual era vivida dentro das possibilidades e do conhecimento da família. A Bíblia era lida todos os dias. Fomos ensinados a orar no culto doméstico, horário do almoço, e à noite antes de dormirmos. Aprendemos a amar a Deus, obedecê-lo e temê-lo.

O tempo foi passando, aos poucos a família foi se separando, uns se casando, outros saindo para trabalhar fora e estudar mais. Eu saí porque me casei, indo morar numa cidade no interior do Espírito Santo, chamada Iúna. Meu marido e eu morávamos em Alto Jequitibá, Minas Gerais.

Nessa cidade estudamos. Meu esposo fez Contabilidade no Colégio Evangélico e depois seguiu para Iúna trabalhar em um escritório do ramo. Ainda não havia faculdades por perto que ofertassem estudos nessa área, mas o curso técnico trouxe a oportunidade de conseguir esse trabalho. O dono desse escritório, único da cidade na época, era o deputado estadual Vicente Silveira, que com o tempo deixou meu marido, Licino, responsável por ele, passando, mais tarde, a ser seu proprietário.

Com trabalho e dedicação, foi aproveitando as oportunidades que apareciam, lecionando no Colégio Estadual como professor de Português e Geografia.

Foram grandes as bênçãos de Deus para que pudéssemos criar e suprir nossa família com o sustento material e espiritual.

Logo vieram os filhos: Hoover Gilson, que foi muito paparicado por um casal que morava perto de nossa casa, Sr. Aristides e D. Maria; Ligianne, Marilza, George e Marcelo (ambos já estão com Jesus). Depois vieram Márcia Cristina e Robson, além de Celeni, uma sobrinha do meu marido, que esteve conosco até se casar. Com toda essa turma tive a grande ajuda de uma amiga, enfermeira que esteve comigo em todos os nascimentos dos meus filhos: Ilza Botelho Quarto.

Graças ao bom Deus, meu marido tinha o seu emprego, no princípio, depois tornou-se dono do seu próprio negócio. Seguiu prosperando em todas as áreas da sua vida. Nossos filhos foram crescendo, estudando e com a graça de Deus pudemos ensinar-lhes o caminho que leva aos céus, levando-os à Igreja, às reuniões da sociedade infantil e adolescente, e à escola dominical. Fazíamos também o culto doméstico com eles enquanto nos foi possível. Já grandes, cada um estudando em horários diferentes, bem como o serviço do Licino exigia a sua presença, já não se podia fazer os cultos todos os dias, porém nunca deixamos de ensiná-los, como também de frequentarmos os cultos e trabalhos semanais."




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Marilza Loubach

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